23/04/2009

O mundo do Marketing Multinível mudou?


O mundo do Marketing Multinível mudou ! Alguns falam que o MMN está morto e que nasceu o Marketing de Atração Online. Sistemas prometendo fortunas para todos  estão surgindo do nada todos os dias. 
Sem dúvida esses sistemas vão ajudar muitas pessoas a criar rendimentos rápidos em curto prazo. Muitas vão negligar as atividades de seus negócios principais para dedicar-se ao sistema miracoloso. E dessas pessoas vão, sem dúvida nenhuma, surgir grandes líderes. 

Nós na Muller JDC, pensamos que o Marketing de Atração sempre existiu ! Ele é a essência do Marketing Multinível feito de forma PROFISSIONAL. O Marketing Multinível sempre foi e sempre será um Marketing de Relacionamento. Um Marketing de Pessoas empreendedoras, que tem sonhos, gostam dos produtos, da oportunidade e da empresa que representam para tornar esses sonhos em objetivos concretos e atrair Pessoas que compartilhem essa mesma visão. 

A nossa missão consiste em ajudar você a procurar e capacitar essas pessoas! 

Oferecemos os nossos serviços afim de selecionar, qualificar e educar essas pessoas providenciando todas as informações pertinentes sobre o mercado do MMN e assim preparar-las para poder avaliar a proposta de nossos clientes ou seja, de você e sua equipe . Os conceitos inovadores e o sistema de seleção e treinamento com quais trabalhamos são conceitos testados e comprovados de resultados. Os membros da nossa equipe tem experiência de 12 anos no mercado MMN tanto no Brasil quanto na Europa


Criamos esses serviços dentro de nossa empresa  com a visão  de ser em pouco tempo referência de inovação e profissionalismo no mercado do MMN. 
 
Consulte-nos,  envie um e-mail para mullerjdcconsultoria@gmail.com,  descreve seu interesse e logo entraremos em contato. 
SOMOS DEDICADOS AO SEU SUCESSO !

(71) 3495 0142 - (71) 3365 6152 - (71) 8774 3365 - (71) 8896 6152 - (71) 8784 6152
mullerjdcconsultoria@gmail.com

22/04/2009

Aproveite da nossa infraestrutura!



Aluguel temporário de nosso escritório
 
na aréa nobre de Salvador, no Caminho das Árvores, rua Alceu Amoroso Lima

Aluguel Auditório 
com capacidade de 90 pessoas

Aluguel da nossa Casa de Eventos Brisa Tropical
para seus eventos de confraternização e seminários

Aluguel data show 
para suas apresentações

mais informações : clique aqui

20/04/2009

Teste - Ambientes de Alto Desempenho

Existe um Ambiente de Alto Desempenho na sua organização?
 

Para encontrar esta resposta, rapidamente responda a você mesmo as questões a seguir listadas dando uma nota de 1 a 10 (sendo 1 = inaceitável e 10 = excepcional). Simplesmente dê uma nota a cada indagação. Em seguida some os valores e compare o resultado com a escala de avaliação que classifica onde a sua organização ou equipe está.

  • As pessoas geralmente se sentem valorizadas e respeitadas.

  • As coisas são sistêmicas e não dependem de uma ou poucas pessoas.

  • Há um forte entendimento das relações cliente/fornecedor tanto a nível interno quanto externo.

  • A diversidade é valorizada em todas as suas formas (gênero, raça, idade, estilo, etc).

  • Princípios são regularmente usados na conduta e em processos de tomada de decisão.

  • Decisões são tomadas levando em consideração a opinião de membros de todos os níveis.

  • A consulta é utilizada como base para a resolução de dificuldades.

  • Há sistemas de medição e feedback e são entendidos e usados por todos.

  • Dar e receber feedback construtivo é um estilo predominante nas relações de trabalho.

  • Agradecimento e reconhecimento por esforços bem como sucessos é um habito comum.

  • As pessoas recebem constante feedback sobre o seu desempenho.

  • Há um alto nível de iniciativa individual e criatividade no ambiente do seu grupo.

  • As pessoas sentem-se motivadas a dar o melhor de si.

  • As pessoas são recompensadas justamente pelas suas contribuições.

  • Existe um alto nível de desenvolvimento e interdependência das equipes.

  • Fofoca e calúnia existe num nível muito baixo.

  • A rotatividade dentro da sua organização é baixa. 

  • As pessoas celebram os resultados alcançados e se divertem enquanto vencem.

Resultados 

 

Se sua organização possui pontuação abaixo de 108 é recomendada uma parada para reflexão. Neste momento estamos aptos a auxilia-lo no desenvolvimento de planos com o objetivo de leva-la à posição de alto-desempenho.

19/04/2009

Princípios Norteadores da Muller JDC Consultoria.

 

O que entendemos por um ambiente de trabalho norteado por princípios? 
Um ambiente de trabalho norteado por princípios é aquele em que seus partícipes operam ou são influenciados por valores fundamentais comuns. Princípios são distintos de regras, provêm a necessária estrutura e escopo para que sejam tomadas decisões acerca de qualquer problema ou assunto. 

Um ambiente de trabalho norteado por princípios pode ter políticas, procedimentos e sistemas claramente definidos, no entanto, os princípios servem como normas que norteiam o ambiente. Por meio de um processo evolucionário de treinamento e prática, os princípios podem se tornar guias universais para tomada de decisão e exercício da responsabilidade.

Como os princípios podem ajudar no trabalho diário de uma organização? 
O uso de princípios no dia a dia de uma organização na condução dos seus negócios é também um meio para se manter responsável e uma forma de construir confiança entre todos os membros da organização. 

Empregando-se os mesmos parâmetros na conduta ética e tomada de decisão, e estando estes, por sua vez, tambem de acordo com determinados princípios, a maioria dos grupos tem chegado à mesma decisão independente do nível que ocupam na organização. 

Assim sendo, princípios, quando aderidos por todos, tornam-se guias universais para uma organização. São fundamentais para se desenvolver confiança e convicção na liderança e minimizarem perdas de energias produtivas.

Quais são os princípios norteadores e valores nos quais focamos?

Respeito, Dignidade e Cortesia
Encorajamento e Cooperação
Empoderamento
Justiça
Unidade na Diversidade
Agregação de Valores
Criatividade
Busca da Verdade
Fidedignidade
Orientação para o serviço
Elevados padrões de excelência 

As competências provêm a efetiva reflexão e introjeção dos princípios universais, os quais, uma vez aprendidos e adotados, levam a sua organização a uma condição de sustentabilidade perene, alto desempenho, e formação de pessoas que deixarão um legado positivo para a sociedade em que vivem.

11/04/2009

Uma Visão Acadêmica do Marketing de Rede



por Liliana Alves Costa

Em um mundo globalizado e altamente competitivo, as empresas vêm buscando uma flexibilidade nos processos de distribuição de seus produtos e nas relações com seus clientes, no intuito de obter uma expansão e novas oportunidades de mercado. A globalização desencadeou mudanças rápidas no setor empresarial, onde ocorreu o aparecimento constante de empresas concorrentes.

No sentido de acompanhar essa evolução, algumas empresas vêm se utilizando do Marketing de Rede como uma estratégia de ação mercadológica, pretendendo assim, competir num mercado internacionalizado.

Da mesma forma que se acompanha o rápido desenvolvimento do setor empresarial, vale destacar a importância de um entendimento da evolução do Marketing de Rede como parte deste setor, em sua plena expansão.

Através dos anos 80, organizações ao redor do mundo reagiram a um ambiente de negócio global cada vez mais competitivo, mudando de coordenação centralizada para uma variedade de estruturas mais flexíveis que assemelham-se a redes (networks), ao contrário das pirâmides tradicionais. Essas “redes” — grupo de empresas ou unidades especialistas coordenadas pelos mecanismos de mercado ao invés de cadeias de comandos — são vistas tanto pelos seus membros e por alguns estudiosos da administração como sendo melhor que outras formas para ambientes de demanda atuais.

Historicamente, aparecem novas formas organizacionais para corrigir as principais deficiências das formas em uso. O movimento para a forma de rede (network) tornou-se aparente nos anos 80, quando a competição internacional e as rápidas mudanças tecnológicas forçaram uma reestruturação maciça por todas as empresas. Além disto, começou-se a avançar mais na direção do Marketing de Relacionamento, afastando-se do marketing voltado para transações. Em vez de procurar fazer uma venda rápida, é melhor cultivar um cliente a longo prazo.

No caso do Marketing de Rede, sua forma de organização revela estar seguindo um modelo familiar. O Marketing de Rede está abrindo as portas para o futuro estilo de distribuição e logística das empresas. Aplicado a quase todas as áreas comerciais, “este sistema nada mais é do que a transformação das estruturas hierárquicas rígidas em uma imensa rede democrática de contatos comerciais” — diz Sergio Buaiz, em “A Fórmula da Liderança”.

Atualmente, é fundamental analisar os caminhos empregados para se chegar ao mercado e avaliar a eficácia existente, no sentido de avaliar também o entendimento das exigências dos clientes. Sabe-se que, anteriormente, a concorrência se baseava na qualidade do produto e serviço. Mas hoje, a qualidade do relacionamento com o cliente é a medida mais apropriada para o sucesso. Vem-se, então, utilizando uma forma de manter diálogo com os clientes, resultando em um melhor conhecimento de suas necessidades e de como atendê-las. Com isso, a probabilidade do cliente manter fidelidade à empresa que mais conhece suas necessidades individuais é maior.

Por isto, o Marketing de Relacionamento — processo de criar, manter e intensificar relacionamentos fortes e valiosos com clientes — veio enfatizar a qualidade do relacionamento com o cliente, de forma a ser fundamental também no mercado internacional, pois possibilita às organizações uma vantagem competitiva e uma maior abertura nos mercados externos.

Nos anos 90, o Marketing de Relacionamento tornou-se um fator primordial para os relacionamentos de longo prazo com os clientes e entre parceiros comerciais, ocorrendo uma participação em programas conjuntos, vínculo em comunicação e troca relacional. Pode-se salientar, que a criação de relacionamentos sólidos e duradouros é uma estratégia necessária para vencer a batalha competitiva do século XXI.

Para firmar ainda mais o relacionamento sólido e duradouro com o cliente, emergiu um novo tipo de pensamento estratégico de Marketing que está oferecendo uma vantagem importante. Empregando canais diretos de comunicação “um-a-um”, na forma de obter resposta imediata de compra, o Marketing Direto veio possibilitar uma mútua satisfação. Ele não se adapta igualmente a todas as situações e a todos os produtos, mas quando se adapta, a compreensão desta mudança de direção pode ser essencial para se ter vantagem sobre a concorrência.

Antes da industrialização, os contatos entre quem comprava e quem vendia eram diretos. Devido ao processo de industrialização e aumento da produção, surgiu a necessidade de promoção de vendas. Com o surgimento dos Correios, surgiu também a venda pelo Reembolso Postal. Nasceu então a propaganda postal, a mala direta, e as agências especializadas.

Posteriormente, surgiu o telemarketing, que passou a ser a mídia de recepção mais importante do Marketing Direto. Portanto, o Marketing Direto é o Marketing de Relacionamento continuado entre empresa e o cliente, possibilitando uma mútua satisfação. O propósito do Marketing Direto é reconhecer o cliente como indivíduo e construir um relacionamento prolongado, gerando benefícios à este e lucro para a empresa.

O tratamento diferenciado ao cliente propicia uma abordagem de suas características peculiares, baseado no relacionamento que se tem com o mesmo. Então, baseando-se no conhecimento sobre o cliente, pode-se oferecer serviços e produtos que o satisfaça, de forma a construir um relacionamento duradouro.

O tratamento com o cliente pode-se realizar através dos dois tipos principais de canais de comunicação: pessoais e impessoais. Nos canais de comunicação pessoal, duas ou mais pessoas comunicam-se diretamente, face a face, permitindo um contato direto e pronto feedback (resposta). Este canal de comunicação pode-se dar através de um contato da empresa (vendedor) direto com o consumidor no mercado-alvo ou, vizinho, amigos, familiares e associados que utilizam-se da influência “boca-a-boca”, para contato com os compradores-alvo. Já o canal de comunicação impessoal, é a transmissão de mensagens sem contato pessoal ou feedback através da mídia. No canal de comunicação impessoal, a propaganda de massa sempre atinge um número indefinido de pessoas que não estejam, necessariamente, procurando no mercado um determinado produto e nem pretendem comprá-lo.

A verdadeira intimidade com o consumidor — parte importante do sucesso, retribuindo relacionamento — requer um profundo conhecimento do contexto no qual os produtos ou serviços são usados pelos consumidores no dia- a-dia. Isso requer uma percepção compreensiva do comportamento do consumidor.

Em uma junção dessas duas características, Marketing de Relacionamento e Marketing Direto, que visa tanto a qualidade do relacionamento com o cliente quanto o canal direto de comunicação com o mesmo, chega-se ao Marketing de Rede, como o terceiro sistema de Marketing utilizado e mais uma alternativa de ação mercadológica. Este sistema possibilita o relacionamento direto do distribuidor (vendedor) e cliente, de forma a manter uma qualidade de relacionamento entre ambos, pois tal sistema só se consagra com a permanência de um relacionamento direto a longo prazo, sendo este o seu maior objetivo.

Sabe-se que para um produto ter sucesso, o cliente deve atribuir-lhe mais valor do que seu preço. Um dos valores atribuídos é a informação direta sobre a qualidade e utilização do produto, por meio do fornecedor (encontrado no Marketing de Rede, sob a forma de distribuidor, consultor ou agente independente). Sendo então descrita, como a venda de produtos e serviços, pessoalmente e diretamente ao consumidor, sem a utilização de pontos de vendas permanentes, e sim, através de explicação e demonstração pessoal feita por um revendedor direto autônomo, esta atividade proporciona um canal de distribuição dinâmico e de rápida expansão para a colocação de produtos e serviços no mercado, destacando-se por sua capacidade de expandir-se geograficamente, de modo que cheguem diretamente ao consumidor.

Pode-se concluir que, o Marketing de Rede é uma forma de rápido acesso a mercados, pois todas as tecnologias desenvolvidas e empregadas na produção, por estas empresas, são levadas ao mercado de forma rápida. Tal rapidez é resultante da velocidade com que as transações de vendas são realizadas, bem como pela velocidade com que as informações são distribuídas entre seus representantes, que conjuntamente formam os diversos canais de distribuição. Portanto, o objetivo dessas novas formas organizacionais é responder com rapidez e flexibilidade a acelerada mudança na tecnologia, na competição e nas preferências dos consumidores.


Liliana Alves Costa é Mestranda em Administração pela UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

OBS: Texto adaptado da edição Nº 24 (junho de 1999), do extinto Jornal Vendas Diretas & Marketing de Rede.

26/03/2009

Porque muitos representantes MMN falham :

Veja algumas das razões porque muitos representantes MMN falham :

·       Não escrevem metas. Não sabem o que querem.

·       Sem compromisso: sem ação.

·       Desistem muito rápido: freqüentemente antes dos 90 dias.

·       Desorganizados: perdem muito tempo, mente bagunçada, vida bagunçada........

·       Falta de registros: Não mantém registros de suas transações.

·       Só se interessa por lucro pessoal: Não se importam com necessidades dos clientes.

·       Sem secretária eletrônica, voice-mail e celular : Não podem ser encontrados facilmente, resulta num serviço pobre.

·       Não retornam ligações prontamente.

·       Desinformados em como proceder: não tomam vantagens dos treinamentos da empresa.

·       Fracassam em manter compromissos e acordos.

·       Não acompanham seus clientes e distribuidores.

·       Querem patrocinar apenas "peixes grandes" ao invés de aprender.

·       Desencorajam facilmente por pequenos problemas e inconveniências.

·       Falam mal de outras empresas e pessoas... Perdem credibilidade.

·       Não estão realmente sério sobre o sucesso e não acreditam no programa de trabalho.

·       Baixa auto-estima: Não se apresentam como uma pessoa vitoriosa.

·       Querem ter recompensa do trabalho dos outros  sem trabalhar.

·       Distribuíam cópias de informações não profissionais ou não claras.

·       Não estabelecem uma base de vendas de produtos.

·       Não é exemplo dos produtos que representa.

·       Não respondem prontamente às queixas de clientes e distribuidores.

·       Não reconhecem ou premiam o progresso de seus distribuidores.

·       Não trabalham seu negócio diariamente, precisam aprender a fazer um pouco cada dia.

·       Expectativa não realista em relação ao pequeno esforço.

·       Não mudam de ambiente, de pessoas negativas para positivas.

·       Impacientes demais quer fazer grande dinheiro sem tempo e esforço.

·       Não passam informações para distribuidores, não trabalham em equipe.

·       Reclamam demais.

·       São sonhadores: mudam de empresa várias vezes sem alcançar sucesso em nenhuma.

·       Envolvem-se em jogos de dinheiro, esquemas de ficar rico rápido, etc........

·       Não são sérios construtores de negócio.

·       Não tomam riscos para o próprio negócio:  Investindo em produtos, propagandas, neles mesmo, sovinas demais. Esperam e observam.

·       Recebem o não de maneira pessoal e ficam desencorajados.

·       Não aceitam mudanças da Cia ou novas idéias dos seus mentores ou de seus distribuidores.

·       Não são flexíveis.

·       Não acreditam em usar o produto regularmente

·       Facilmente influenciáveis por comentários negativos da família, amigos, etc...... Não ouvem o lado positivo, não tem opinião própria.

·       Gastam tempo demais para se organizar e ficar pronto e tempo de menos em fazer o negócio.

·       Esperam perfeição da sua nova Cia., não entendem que se precisa de tempo para se estabelecer um bom negócio.

·       Não se planejam para o sucesso. Planejam-se para o fracasso.

·       Têm uma aparência não profissional.

·       Sempre dão desculpas e não soluções.

·       Não são ensináveis, acham que já sabem tudo. Não seguem conselhos dos grandes distribuidores. Tem que modificar tudo.

·       Não querem aprender lendo e manter-se informado a respeito dos últimos acontecimentos na Cia/organização.

·       Tem falta de energia.

·       Não tentam dar o melhor de si para o negócio.

·       Acreditam em boatos ao invés de fatos, não checam às informações.

·       Não acreditam realmente na frase: "Se é para ser, é para mim." 

O líder emocionalmente equilibrado

Se você pretende desenvolver um esforço pessoal para tornar-se um líder emocionalmente equilibrado, procure desenvolver as seguintes competências:

Autoconsciência: observar-se e reconhecer os próprios sentimentos; formar um vocabulário para os sentimentos; saber a relação entre pensamentos, sentimentos e reações.
Tomada de decisão pessoal: examinar suas ações e conhecer as conseqüências delas; saber se uma decisão está sendo governada por pensamento ou sentimento.
Lidar com sentimentos: monitorar a "conversa consigo mesmo" para surpreender mensagens negativas como repreensões internas; compreender o que está por trás de um sentimento; encontrar meios de lidar com medos e ansiedades, ira e tristeza.
Lidar com tensão: aprender o valor de exercícios e métodos de relaxamento.
Empatia: compreender os sentimentos e preocupações dos outros e adotar a perspectiva deles; reconhecer as diferenças no modo como as pessoas se sentem em relação a fatos e comportamentos.
Comunicações: falar efetivamente de sentimentos; tornar-se um bom ouvinte e perguntador; distinguir entre o que alguém faz ou diz e suas próprias reações ou julgamento a respeito; enviar mensagens do "Eu" em vez de culpar.
Auto-revelação: valorizar a franqueza e construir confiança num relacionamento; saber quando é seguro arriscar-se a falar de seus sentimentos.
Intuição: identificar padrões em sua vida e reações emocionais; reconhecer padrões semelhantes nos outros.
Auto-aceitação: sentir orgulho e ver-se numa luz positiva; reconhecer suas forças e fraquezas; ser capaz de rir de si mesmo.
Responsabilidade pessoal: assumir responsabilidade; reconhecer as conseqüências de suas decisões e ações; aceitar seus sentimentos e estados de espírito; ir até o fim nos compromissos.
Assertividade: declarar suas preocupações e sentimentos sem ira nem passividade.
Dinâmica de grupo: cooperação; saber quando e como conduzir e ser conduzido.
Solução de conflitos: saber lutar limpo com outras pessoas; adotar o modelo vencer/vencer para negociar acordos.

Paulo César T. Ribeiro é psicólogo, consultor de empresas, “coach" e "headhunter", conceituado entre os melhores apresentadores por sua reconhecida experiência em treinamentos voltados ao comportamento gerencial e ao desenvolvimento de líderes, equipes e outros diversos temas

25/03/2009

Liderança Servidora


Liderança Servidora
As publicações especializadas dizem o que as organizações necessitam investir em termos de desenvolvimento de líderes......e a Muller JDC Consulting em parceria com a Rabbani Consulting diz como fazer! Através de sua equipe de especialistas em desenvolvimento de lideranças, a Rabbani Consulting em cooperação com a Universidad de Nur, há três anos antecipou o perfil de líder agora exigido pelas organizações, criando, dentre outros, o programa de capacitação em Liderança Servidora. Um programa desenhado nas necessidades da Indústria do MMN está em elaboração e vamos poder oferecer esse treinamento em brêve. Aguardem !

25/02/2009

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Daniel Goleman, em “A Inteligência Emocional”, insinua que ninguém precisa ser um gênio para alcançar êxito na carreira, haja vista que existem outras faculdades que nos habilitam para isso e que podem ser aprendidas ao longo da vida, como:

FACULDADES SOCIAIS

Empatia: pôr-se no lugar do outro, escutar, ajudar o desenvolvimento dos demais, sensibilidade;

Habilidades sociais: persuasão, influência, comunicação, liderança, gestão de conflitos, trabalho em equipe.

FACULDADES PESSOAIS

Consciência de si mesmo: avaliação das emoções, aceitação de responsabilidades, conhecimento de pontos fortes e fracos, segurança quanto ao próprio valor pessoal; 

Autodomínio: domínio de sentimentos e impulsos que podem dificultar o que se está fazendo, capacidade de adaptação, inovação; 

Empenho: motivação ao êxito, dedicação, otimismo.